Quando eu era criança, eu acreditava que...


Algumas pessoas pediram o e-mail do blog, é: euacreditava@uol.com.br, podem me enviar histórias, mas, infelizmente, ainda não sei quando poderei voltar a postar, mas não antes de abril...

Abraços!



Escrito por Cássia às 22h47
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teste

Escrito por Cássia às 11h28
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Migrando

Estou me mudando de um endereço anterior para cá.

Os arquivos ficarão disponíveis para quem quiser rir um pouco.

Assim que eu puder atualizar, será aqui, no novo endereço.

 



Escrito por Cássia às 11h05
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O Blog não morreu

Amigos, estou sem tempo para atualizar o "Eu acreditava", mas não desistam daqui.
Divirtam-se com os arquivos, que voltamos com colaborações novinhas em folha, em breve!

Abraços!

Escrito por Cássia às 20h40
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Bruxas... e propaganda

Eu acreditava que se ficasse olhando para a porta de noite, quando eu já estava deitada mas ainda não havia dormido, impediria a entrada das bruxas. Isto funcionou muito bem até eu pensar que bruxa que é bruxa entra até pelas paredes, pelo chão e pelo teto...Não sei como eu superei a limitação de olhar para todos os lados ao mesmo tempo...
Eu também acreditei que o sabonete Lux se transformaria em contato com a água em "um suave creme de limpeza" e fiquei lá com a mãozinha estendida em baixo ... Crianças deveriam ser proibidas de ouvir propaganda!


Maria


Escrito por Cássia às 00h46
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Javali
Quando eu era criança e morava em uma Vila em Foz do Iguaçu diziam que numa floresta que tinha no clube havia um Javali, que mesmo estando bem longe de você ele só de te ver estaria na sua frente em um piscar de olhos, por muito tempo a aventura nossa era ir lá procurar o Javali, mas infelizmente um dia nos disseram que a guarda florestal foi lá e capturou o tal Javali, acreditei nisso por muito tempo, até ver o que era realmente um Javali.

Acreditava também que pedra brilhante era diamante.

Acreditava que pular de guarda-chuva do muro você ia devagarzinho, não foi bem o que aconteceu.

Minha irmã acreditava que se colocasse uma semente de pessego no sol, ela viraria um nozes.


André Rennó



Escrito por Cássia às 00h42
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Cegonha na janela...
Tinha nove anos e acreditava que os bebês nasciam através da cegonha, isto é, como minha mãe me ensinou naquela época, dizendo que colocar um pote de açúcar na janela os bebês viriam.
Queria muito ter um maninho ou maninha, então comecei a colocar todos os dias potes de açúcar na janela.
Conclusão: Minha maninha mais nova está aí, e hoje com 35 anos.


Marinez, de Porto Alegre


Escrito por Cássia às 00h40
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Bigodes

Oi meu nome eh LuKKKKaS quando eu tinha uns 6 anos, acreditava que meu avô tinha nascido de bigode(rs)
Quando eu ia na casa do meu tio gostava de ficar na rua, mas minha mãe dizia que iria passar o " HOMEM DO SACO " que iria me colocar dentro do saco (que ele carregava) e me levaria embora.. depois disso nunca mais brinquei na rua a noite. Rs


Escrito por Cássia às 23h53
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Mais televisão

Tenho 20 anos e dois irmãos, mais velhos. Quando eu era pequena, assistia as episódios do Chaves sempre (e confesso, até hoje). e meu irmão dizia que a Chiquinha era uma atriz do Rio de Janeiro, que ela se chamava Rosinha.. hehehe.. E eu queria porque queria conhecê-la pessoalmente, e ele inventava que ia ter show do Chaves, etc, mas que só ele podia ir, porque ele era mais velho que eu. E eu acreditava !!
Eu também achava que no programa da Mara Maravilha ela podia me ver em casa, e eu achava o máximo conversar com a Mara pela televisão.. E eu cheguei a tirar fotos da televisão sem meus pais saberem, (tenho algumas até hoje), e dizia pras minhas amigas que eu tinha tirado foto com a Mara.. hahaha... e algumas delas até acreditaram...


Kamylla.


Escrito por Cássia às 23h51
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O furo da orelha

Minha mãe dizia para eu não fica sem brinco porque o furo iria fechar, então minha Barbie perdeu o brinco e eu chorei porque acreditava que o furo da orelha da boneca também fecharia!!!

Paula
http://www.paulajordao.blogger.com.br


Escrito por Cássia às 00h01
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O pote de ouro no fim... da geladeira?

Pequena coletânea da Andréa

Quando eu era pequena, tudo o que eu não podia brincar ou mexer minha mãe colocava em cima da geladeira, então eu achava que lá no alto era cheio de coisas legais e ficava doida pra crescer e poder pegar tudo!
Meu irmão achava que se ele tampasse seus ouvidos e falasse, ninguém ouviria!!! Direto a gente via ele com as mãos nos ouvidos e gritando, hahahaha!
Ah, eu achava que só seria adulta quando sentasse no carro e meus pés encostassem no chão.
Minha vó falava que eu tinha que comer verduras para ficar loira de olhos verdes, e a burra aqui comia tudo.


Escrito por Cássia às 00h00
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Alívio

A Erica, está aliviada, e acrescenta mais essas:

Nossa, que beleza! Quer dizer então que eu não era a única??? Alívio.

Quando eu era criança (mas beeem criança) eu achava que índios eram personagens do folclore, assim como o saci-pererê, a mula-sem-cabeça e o caipora!

Quando eu era criança um amiguinho meu me deu uma semente preta e vermelha, chamada olho de tigre (!?) e disse que, por meio dela, ele fazia viagens até marte. Eu acreditava. E passava minhas tardes tentando descobrir o ritual certo para fazer a tal viagem.

Quando eu era criança eu acreditava que a caneta kilométrica escrevia sozinha, por causa da propaganda que passava na televisão. (pior o meu irmão, que queria porque queria que a minha mãe comprasse Quick porque ele achava que ia sair um coelho de dentro da lata). Propagandas enganosas, humpf!

Quando eu era criança eu achava que os anões, quando nasciam, eram tão pequenos que deviam dormir em caixinhas de fósforos.

E, para terminar, as crenças clássicas: que eu era adotada; que o governo só não dava mais dinheiro para todo mundo porque era ruim, já que existia uma casa que fabricava dinheiro!; e que se eu engolisse uma semente de laranja ia nascer uma laranjeira no meu estômago. Hehehehe.


Eriquinha


Escrito por Cássia às 23h59
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Diversos

Quando eu tinha uns 4 anos, minha mãe me mostrou o álbum de fotos do casamento dela e eu chorei horrores quando percebi que não tinha sido convidada para a festa.

Eu acreditava que os tênis Bubble Gummers realmente tinham chicletes dentro deles, para ficar com aquele cheiro de chiclé!

Eu fiquei com um torcicolo horrível aos 5 anso de idade porque estava ouvindo o disco do Sítio do Pica-Pau Amarelo e quando começou a tocar a música da Cuca eu me fixei na janela aberta achando que ela ia aparecer a qualquer momento para me pegar.

Eu acreditava que meu avô já tinha nascido velhinho...

Eu acreditava que 1 cruzeiro era dinheiro pra burro, pô, eu tava rica! Comprava 10 balas!

Eu acreditava sempre que eu pedia algo pra minha mãe comprar e ela dizia "depois eu compro..."

Eu achava que o Pedrinho do Sítio do Pica Pau Amarelo gostava de mim.

E que o Ricardo do Polegar, o Marcelo do Dominó e o Charles do Menudo também gostavam de mim. E melhor, eram os meus namorados.

Eu achava que Godzilla, Popeye, Espectroman e Ultraman existiam mesmo.

Eu nunca acreditei na Xuxa. Nem minha mãe entendia porquê.

Eu acreditava que em dia de sol e chuva realmente tinha um casamento de viúva envolvido...

Eu achava que tinha nascido de um pé de alface...

E não me arrependo de nada que achei ou acreditei, eu amei minha infância com tudo que nela vivi.

:)
Dani Mart
http://danimart.blogspot.com


Escrito por Cássia às 00h23
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A Caverna Verde

O Paulo, do quenome.blogger.com.br emocionou-se com o blog, e foi lembrando... E aqui está o que ele nos mandou de presente:

Bom, eu acreditava que minha mãe era a Rita Lee, porque ela se chama
Rita e usava as mesmas roupas (pra quem não sabe, as pessoas já se vestiram como a Rita Lee). E eu acreditava que meu irmão era um bebê de proveta por algum motivo que eu nao me lembro.

Eu também acreditava que eu tinha uma caverna verde, onde vivia um dragão verde. Eu sempre ia lá, mas só dava pra eu ir, porque tinha um ritual secreto pra chegar lá: eu tinha que tirar o taco solto do lado de minha cama, ir até o quintal, pegar o trevo que nascesse mais perto do canto do portão e - do alto do pé de sapoti - comer o sapoti mais madurinho que pudesse achar. Depois disso, era só sentar no pé da árvore com o meu boneco do Falcon que eu estaria de frente pra caverna verde, usando uma armadura e pronto pra bater o maior papo com o dragão verde... Chato é que ele nao era muito de papo. Ele só ficava lá, dragoando e soltando fogo verde pelas narinas...


Escrito por Cássia às 00h15
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Mil coisas...

Eu acreditava:
Que se engolisse louca pelos "Hanson", tinha posters pelo quarto todo, cds e outas coisas...e eu achava que eles podiam me ver através dos posters, então eu colocava os cds deles para tocar e ficava cantando bem alto (para eles ouvirem), fazia coreografias, mandava beijos, dizia que amava, nunca trocava de roupa no meu quarto, nem fazia nada que eu pudesse ficar com vergonha deles...Até que um dia sem querer (eu me esqueci da "presença" dos meus ídolos) troquei de roupa...nossa, foi o fim do mundo para mim...arranquei todos os posters, chorei, e pedi que eles me esquecessem, joguei tudo no lixo! Até hoje me lembro disso, e acho divertido...Mas acho que nunca mais quero ver Hanson na minha frente! Vê se pode...


Marina http://blogdamarina.weblogger.com.br



Escrito por Cássia às 00h03
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Histórico
29/12/2002 a 29/12/2003
30/12/2001 a 28/12/2002




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